Investimento de R$ 400 milhões em protonterapia foca em menos sequelas e mais vidas salvas no SUS

Vinícius Araújo Fernandes
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O Brasil vai deixar de ser a única das dez maiores economias do mundo sem oferta de protonterapia em seu território. A Fundação Severino Sombra (FUSVE), mantenedora da Universidade de Vassouras e do Hospital Mário Kroeff, investirá aproximadamente R$ 400 milhões para implantar na Barra da Tijuca, no Rio, o primeiro centro brasileiro de protonterapia, tecnologia de ponta para o tratamento do câncer que permite concentrar a radiação apenas no tumor e preservar tecidos saudáveis.

A iniciativa abre uma nova página na história da oncologia brasileira e coloca o Rio no mapa dos grandes polos mundiais de tratamento oncológico de alta complexidade. Responsável técnico pelo projeto, o físico-médico Hélio Salmon, diretor de radioterapia do Mário Kroeff, explica que a protonterapia deve redefinir no Brasil protocolos de tratamento especialmente para crianças e pacientes com tumores complexos que exigem irradiação.

Por meio do Centro, a FUSVE pretende levar ao SUS prognóstico de menos sequelas, menos custo e mais vidas salvas. A entidade já é hoje a maior prestadora de oncologia não pública ao SUS do Rio de Janeiro. O Hospital Mário Kroeff realizou, em 2025, 70 mil procedimentos, atendendo 1 milhão de pessoas.

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